O amor é mesmo uma droga?

Oi amores,

Meu primeiro post não poderia destoar muito do título do blog, não é mesmo?! Por isso, coloquei o próprio em pauta.

Somente no dicionário, o amor possui mais de doze significados. Definir esse sentimento é uma tarefa praticamente impossível, bem como seria se eu tentasse classificá-lo.

O amor em questão nesse texto, é o amor físico, ou seja, o amor entre casais.

Portanto, a frase “o amor é uma droga”, pode ser interpretada de diversas maneiras… Positivas e negativas. Depende muito de como você o vê no atual momento da sua vida.

Dizer que o amor é uma droga, no sentido de que ele funciona literalmente como uma, faz muito sentido se você é uma pessoa como eu.

Pra mim, o amor é uma fonte de energia necessária para realizar praticamente tudo nos meus dias. Como vocês podem ver, sou tão viciada nesse sentimento, que resolvi criar um blog sobre isso.

Eu sou o tipo de pessoa que quando ama, ama pra valer. É como se eu realmente estivesse consumindo uma substância (muito boa), que potencializa o funcionamento do meu corpo e da minha mente.

Com o tempo, eu aprendi que o amor que damos é o único amor que podemos manter. Por isso, não consigo interpretar a frase citada, de forma negativa.

Muitas vezes, nos decepcionamos quando o assunto é esse. Muitos até param de acreditar nesse sentimento, e se fecham pra ele. Mas, se olharmos de maneira clara para cada situação, poderemos concluir que não é culpa do amor, e sim das expectativas que criamos com ele.

Depositamos tanta energia, fazemos tantos planos, que quando se esgota, nos esgotamos com ele.

Por isso, se você vê o amor no sentido negativo da palavra (droga de ruim), pare de ser tão pessimista, e volte a enxergá-lo como o sentimento bonito que ele é.

O mundo das pessoas solteiras de hoje em dia é muito complicado, não porque as pessoas não se permitem ou não estão dispostas a viver o amor, e sim porque as pessoas andam exigentes demais com coisas que nem elas podem oferecer.

Por isso, pare de ser tão exigente consigo mesmo, e se dê as devidas oportunidades para sentir as borboletas no estômago que você insiste em dizer que não existem mais.

O amor é sim uma droga, muito boa, que pode ser consumida sem nenhuma moderação. Apenas desfrute!

Beijos,

Marina.